Apresentação | Biografia | Discografia | Discos | Links | Fatos e Fotos | Fã-Clube | Livro de visitas


TONICO E TINOCO

FOTOS E FATOS...



Nesta seção, é nossa intenção mostrar fotos e fatos
relacionados com a vida e obra de Tonico e Tinoco.
Também serão publicados poesias, causos e outras
histórias. Você está convidado a participar,
enviando para nós documentos e fatos relevantes.



Fotos e Documentos

Poemas e Causos

Livros, revistas e publicações diversas

Quadros e pinturas de arte popular

Autores e Compositores

Fatos e Reportagens

Orquestras

Teatro






indicação Fotos e Documentos




1- Vejam abaixo, uma foto histórica e raríssima de Tinoco junto com, imaginem quem: o não menos famoso e querido, que o nosso Garrincha. Esta foto foi tirada em 1960 e os dois estão com a camisa do Corinthians (arrgh...) e com os instrumentos de trabalho trocados!!!

Reparem agora na foto abaixo, como Tonico e Tinoco são praticamente iguais a foto do Tinoco com o Garrincha.

Quem é a menina abaixo????

Um picolé de limão pelo Sedex para quem acertar.....

2- Agora vamos falar de uma grande amiga da dupla Tonico e Tinoco. A menina de 2 anos 
acima é nada menos do que Inezita Barroso, grande artista e cantora e que sempre esteve
no topo da fama, até hoje com creio eu certa de 87 anos, vendendo alegria e iluminado
nossas vidas com o seu alto astral. Vejam que ela era conhecida por Ignezita....
Que linda menina!!!




Foto de Tinoco, por ocasião da abertura do "Viola de Todos os Tempos", em Limeira, SP, em 16 de julho de 2005.Tinoco foi homenageado e cantou várias modas, acompanhado com entusiasmo pelo público que lotou o teatro Vitória.




Reportagem do jornal "Folha de São Paulo", de 16 de março de 2009, mostrando as músicas
que mais ficaram na memória dos fãs de música sertaneja.
Vejam que a maioria esmagadora é de modas da nossa querida dupla, Tonico e Tinoco.
QUE BELEZA!!!








Tonico e Tinoco, em 1988, com o seu maior fã, José de Palma, de
Cariacica, Espírito Santo. Ele é considerado o maior estudioso
da dupla, tendo convivido com eles e acompanhado suas andanças
pelo Brasil.








Reportagem do jornal "Gazeta do Povo", de 28 de janeiro de 2001,de Curitiba, PR mostrando o lançamento de uma coleção de 30 CDs remanterizados da dupla "Coração do Brasil". Esta foto nos foi mandada pelo radialista José Francisco da Silva, nosso colaborador de longa data e pertence ao acervo de Mauro Bertolazzo, também daquela cidade.
QUE BELEZA!!!






Exemplo de União
Documento de grande valor, enviado pelo Sr. José de Palma,
com letra de música inédita feita por Tonico, apresentando
inclusive, correções feitas à mão pelo próprio autor.




EXEMPLO DE UNIÃO

(Autoria de Tonico)

São José foi carpinteiro
São João grande profeta
Abençoando dois violeiros
Dois cantadô, dois poetas
Cada verso é uma saudade
Trazendo recordação
Mostrando pra nossa gente
Um exemplo de união


Nossa mãe dona Maria
Nos criou com tanto amor
Servindo de nosso guia
O velho pai Salvador
Fomos criado na roça
Caboclo de tradição
Cantando desde menino
Um exemplo de união


Quem fabricou a viola
Foi um simples carpinteiro
Os versos são testamentos
Documento de violeiro
Marcando tanta vitória
A historia de dois irmão
40 anos de gloria
Um exemplo de união






Outro documento do Sr. Palma, com letra inédita, composta e
datilografada por Tonico, apresentando correções à mão, do próprio autor.
Estes originais foram presentes de Tonico ao colecionador,
que os guarda com muito carinho.




NOSSOS TROFÉUS E NOSSAS ANDANÇAS Nossas andanças, viagem incessante Cantando bastante, conhecendo chão Desde os teatros, de ricas poltronas Aos circos de lona, terreiro e salão E sempre voltado para natureza De tantas belezas, do nosso sertão Vi coisa modernas, vi coisa antiga Saudade que briga, com a recordação. São as testemunhas, daquele passado Ta sempre guardado em nossos corações Oiando o desfile, e um retrato falado Os troféus guardado, grande coleção Um carro de boi, estampado na tela Um arreio e uma sela, que o pai foi peão Violinha amarela, com fita amarrada Das eras passada, lembrando a função. Essas relíquias, que outrora era usada Hoje tá guardada, é uma tradição Um violão de pinho, uma viola de embuia É a testemunha, das nossas função A farda caipira, com que nois cantava O povo vibrava com, a linda canção Um lenço amarelo, troféus e medalhas E um chapéu de palha, pra festa de São João. Nesse garpão, esta tudo quéto As vois do objeto, tudo é solidão Nos sono dos anos, jamais esquecido Pois tudo tem vida, e recordação Tudo é lembrança, dos 50 anos Sorrindo e cantando, em todo sertão Deixando plantado, a vois sertaneja Divina pureza, duma tradição.






Vemos na foto, o senhor Nelson Camargo, de São Paulo, ladeado pela dupla Tonico e Tinoco. Foi uma apresentação da dupla, em 1978, no Teatro Bandeirantes de São Paulo. Vejam a satisfação do senhor Nelson com seus ídolos!






Tonico e Tinoco, em participação especial no filme "A Marvada Carne",
de André Klotzel, 1984.
Ver o link "Biografia" para maiores informações sobre seus filmes.






Flagrante da dupla no programa "Arraial da Curva Torta",na Rádio
Difusora. Ao lado, aparece o Capitão Furtado (Ariowaldo Pires),
responsável pelo programa. 1942.






Estátua erigida em Ouro Fino (MG), em homenagem à música
"Menino da Porteira", inicialmente cantada por Luizinho e Limeira
e imortalizada por Tonico e Tinoco.
Ela tem 10 metros de altura por 16 metros de largura.
Observe no detalhe o cavaleiro passando ao seu lado.






Letra composta em homenagem ao futebol do Brasil,
em 2002, para que fosse cantada pela dupla
"Tinoco e Tinoquinho". Foi a Sra. Elma C. Orlandin,
de Xaxim, SC que a compôs e nos enviou, recentemente.



Foto de Elma Orlandin, autora da letra acima e
sócia número 1 de nosso fã-clube.






Foto mostrando Tinoco em frente ao monumento oferecido pela cidade
de São Manoel, uma vista aérea da praça Tonico e Tinoco, onde está
a obra, e ainda uma vista do centro da cidade.






Tonico e Tinoco, em trajes típicos de uma de suas apresentações.






Tonico e Tinoco e seus famosos instrumentos.







Casa no bairro de Aparecidinha,em São Manoel, onde a dupla morou
muitos anos. Foto de 1997, onde além de Tinoco e Nadir, vemos seus
dois filhos e a nora. Aparece ainda o ex-prefeito de São Manoel, Luiz Luizeto.






Poster feito com fotos da dupla Tonico e Tinoco, enviadas ao
Sr. José de Palma, sendo algumas delas autografadas por eles.






Escolinha de Guarantã (Botucatu), hoje pertencente à Pratânia,
onde estudaram Tonico e Tinoco, em 1929.






Foto de Tonico e Tinoco, quando do lançamento do grande sucesso:
Padecimento, de autoria da própria dupla.






Capela de Nossa Senhora Aparecida, erigida em São Paulo (Vila Diva),
em agradecimento pela recuperação de Tonico de grave enfermidade.
Ver biografia da dupla.






Encontro de duas grandes duplas: Vieira e Vieirinha,
Tonico e Tinoco e mais José Rosa (animador). Ao lado, Toninho da sanfona.






Foto histórica onde aparecem, Zé Tapera e Chiquinho, Tonico e Tinoco,
tendo ao centro o sanfoneiro Toninho da Rádio Nacional e ao fundo
vemos Vieira e Vieirinha.






Foto histórica, apresentando à esquerda Tonico e Tinoco, Rosalinda
e Florisbela (Hebe e Stela Camargo), Capitão Furtado, Lulu Benencase,
apresentador do "Arraial da Curva Torta", da Rádio Difusora de
São Paulo. A frente, Os "Águias da Meia Noite"






Tinoco, de pijamas, preparando-se para mais uma viagem.
Tempo bom aquele de placas com quatro algarismos...






A famosa máquina de escrever, onde Tonico compunha suas memoráveis letras.






A dupla Tonico e Tinoco e mais o grande amigo Nhô Zé.






A famosa dupla Vieira e Vieirinha, de Itajubi, SP., com seus
descobridores, Tonico e Tinoco, quando da assinatura de seu
primeiro contrato com a Rádio Nacional.





O colecionador Maikel Monteiro, de Curitiba, enviou-nos esta foto da famosa dupla
com um autógrafo com os dizeres:
A gentil Srta.Irene, com abraços do Tonico e Tinoco - 7/5/48. 




TT







Rodrigo



Isto é que é ser fã de carteirinha!!!! O Rodrigo Detofano, gaúcho dos bons, saiu mês passado de sua cidade, Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul e apareceu aqui por estas plagas, só para fazer o que? Assistir ao show do Tinoco na cidade de Cordeirópolis, vizinha aqui de Limeira e onde também estava sendo homenageado o compositor João Pacífico, autor de muitas músicas cantadas pela dupla Tonico e Tinoco. Estava sendo comemorado o seu centenário. Por falar nisto, o Tinoco estará completando agora em 19 de novembro 89 anos e vendendo saúde como bem mostra a foto em que ele aparece abraçado ao felissíssimo Rodrigo. No dia seguinte,o fã já estava lá no sul. Na sua curta permanência em Limeira fizemos uma bela amizade e até curtimos seu próprio aniversário, em que completou 28 anos. MAS QUE BELEZA!


valdivino



O fã Valdivino Pereira Ferreira, de Turmalina, MG, nos escreveu esta carta em 2006 e agora publicamos para todos esta verdadeira oração de amor à nossa querida dupla, Tonico e Tinoco! O novo site dele, que é um pespquisador literário e genealógico do norte de Minas é: http://tribunanortemineira.zip.net





indicaçãoPoemas e Causos




Temos hoje o enorme prazer de publicar um poema feito especialmente ao Tinoco, pelo seu amigo e admirador de décadas, o escritor Geraldo Generoso, de Ipaussu, SP,numa homenagem póstuma denominada "TINOCO E SUA CHEGADA NO CÉU". Vejam a beleza dos versos endereçados ao eterno ídolo de música sertaneja!
TINOCO E SUA CHEGADA NO CÉU No dia 4 de maio, Caído numa sexta-feira, O Brasil teve um desmaio, Tremeu a Nação inteira. Chorou o mundo caboclo Pela morte do Tinoco, Do País a voz primeira. Por 75 anos Cantando sem ficar rouco, Sessenta com o Tonico; 15, “Tinoco e Tinoco”: 150 milhões De discos, esses campeões Já venderam e mais um pouco. Em respeito ao leitor, A quem tiro o meu chapéu De poeta e trovador, Vou colocar no papel, Sem aqui aumentar nada Como se deu a chegada Do Tinoco lá no céu. Diante do portal celeste Fez logo o “Pelo Sinal”. São Pedro disse “vieste Para o mundo angelical, Aqui está o Tonico E aqui neste mundo rico O show nunca tem final. Ao Tonico ele abraçou E, este, ao abraçá-lo, Na hora lhe entregou A viola de São Gonçalo, E disse aqui tem serviço, Meu violão é de São Francisco, Vamos então afiná-lo. São Pedro, o grande Porteiro, Secretário do Senhor, Pediu a moda “Canoeiro”: - Saibam que fui pescador E o abençoado Carreirinho Que aqui tem seu lugarzinho É dessa canção o autor. Tinoco os causos contava: - Foi bem boa a vida nossa. O Tonico confirmava: - Muito bela era a palhoça, Fincada lá no sertão, Pendurada no espigão Perto da mina e da roça. No auditório perfumado Com aroma de mirra e incenso, Ambos foram abraçados Pelo Torres e Florêncio. Chegaram bem de mansinho Tião Carreiro e Pardinho E enfim quebrou-se o silêncio. Cornélio Pires chegou, Feliz, de alegria pleno, E ao Tinoco perguntou: - Vocês cantaram sem treino, Sem nada desafinar, Distante, você em seu lar E o Tonico aqui no Reino? Tinoco deu-se a explicar: - Cornélio, ultimamente, Pouco antes de vir pra cá, Se dava um fato frequente: A cada noite eu sonhava Que com o Tonico eu cantava Em um lugar diferente. - Em sonho eu me transportava Com a viola na mão. O cenário variava Sempre uma nova emoção, Grande auditório aplaudia Quando a viola eu tinia, E o Tonico, o violão. - Me lembro de um auditório Com bandeiras de São João, Havia muito foguetório, Bem próprio para a ocasião. Tudo achei muito bonito, Por isso eu até supus Que lugar com tanta luz Devia ser o infinito. Tinoco assim concluiu Aquela explicação; O Tonico retiniu As cordas do violão. Em meio a vivas e palmas, Podia ver que as duas almas Era uma só em cada irmão. Por no céu não haver canseira Na voz e na inspiração, Modas saíram em fileira E a alma do sertão Num enlevo terno e doce Ali ao céu elevou-se Na mais perfeita união. No show ali realizado Nenhum artista faltou, Mas não só os consagrados, Muitos dos quais ajudou, Tinoco estendeu a mão E com muita emoção Com o Tonico assim falou: Agora ficou perfeito Sem ter que fazer as duas Vozes, só com o meu peito, A “segunda” agora é sua “Primeira” volta a ser minha; E agora a gente caminha A cantar no antigo dueto. Não se pode avaliar Se o Céu mais contente ainda Mais do que é pode ficar, Mas Tinoco com sua vinda Com o Tonico a cantar Fez o ambiente balançar Com a “Moreninha" Hoje na eternidade Junto ao coro de anjos mil, Resta à posteridade, Ao olhar pro céu de anil, Sentir o canto caboclo Do Tonico e Tinoco Coração deste Brasil.


VEJAM ESTA BELA MENSAGEM AO TONICO E TINOCO!

Email = ramiroviola@uol.com.br

Nome = Ramiro Vióla

Cidade = Botucatu

Estado = SP

Gostou = Ótima

Melhor_Pagina = Todas

Comentarios =     Parabéns pela sua iniciativa meu querido amigo Sr. Paulo Castro, Parabéns e muito obrigado a todos os colaboradores e apreciadores dessa grannnnde dupla, pra mim falar de Tonico & Tinoco é como ouvir o mais puro \"Tinido\" do ponteio de uma Viola afinada em MI Maior na Posição SOL, uma das posições mais Tocadas na maioria de suas Musicas, desde que nasci em 25-04-1953 e que me entendo por Gente eu ouço Tonico & Tinoco, me lembro que ainda Neném deitadinho em meu berçinho simples e com colchão de palha lá numa casinha de pau a pique onde nasci na Fazenda Boa Vista bem no pé da Serra de Botucatu e depois na Fazenda Santo Antônio em Itatinga-SP. meu Pai e meus Tios e também meu Avô Paterno Sr. Jesuino Vieira de Andrade já entoavam em dueto acompanhado por uma Violinha Caipira de 10 Cordas de \"Cravelha\" de madeira as preciosas modas dessa maior dupla Sertaneja do Brasil e de todo o Mundo, tive a grande satisfação de assistir Tonico & Tinoco cantando em Circos  na Praça da Cidade de Itatinga onde meu Pai me levou por muitas vêzes na garupa de seu cavalo marchadô por nome de \"Dourado\", e já morando na Cidade de Botucatu tive o prazer de assistir a dupla cantando ao Vivo de Viola e Violão no Palco Angelino de Oliveira na Rádio PRF-8 de Botucatu na década de 70 por várias vêzes sempre na ocasião que a dupla passava por Botucatu na divulgação de seus LPs, a Musica Sertaneja Raíz deve tudo à essa dupla de irmãos que nasceram para Cantar e Tocar Viola, \"João Salvador Perez o \"Tonico\" nascido no Município de São Manuel-SP, na Fazenda da Igualdade em 06 de Abril de 1917 as 02:00 h , e seu irmão \"José Perez o \"Tinoco\", nascido no Município de Botucatu, Bairro do Guarantã na Fazenda Boa Vista em 19 de Novembro de 1920 as 15:30h  Tinoco foi Batizado na Igreja São José em Botucatu no dia 19 de Fevereiro de 1921, filhos de Salvador Perez e de dona Maria do Carmo. Tonico & Tinoco o maior patrimônio da Musica Raiz Caipira de todos os tempos, e foi baseado na grande admiração pela dupla que compus e  gravei com meu parceiro Pardini, essa Musica com a letra a seguir, com Participação Especial do Tinoco cantando comigo um trecho da Musica \"TRISTEZAS DO JECA\" de autoria de Angelino de Oliveira:

 




Homenagem ao Tinoco


Ramiro Vióla & Pardini



Ramiro Vióla na viola e Pardini no violão. Grande dupla!!!



Clique no iniciar do player para ouvir a homenagem ao Tonico e Tinoco.
Aguarde o carregamento....
Veja a letra da moda "Dois Esteios"logo abaixo.




MUSICA - \"DOIS ESTEIOS\" - TOADA - LÁ +

AUTOR: RAMIRO VIÓLA -

03/12/2005.

 

Falado:

ESTA MUSICA É UMA HOMENAGEM DE RAMIRO VIÓLA & PARDINI PARA A DUPLA CORAÇÃO DO BRASIL... TONICO & TINOCO.

I

DOIS CANARINHOS GORGEANDO DESDE O RAIAR DO DIA

ASSIM FOI JOÃO E JOSÉ NO MUNDO DA CANTORIA

DOIS CAIPIRAS DOIS ROCEIROS DOIS VIOLEIROS DOIS CABOCLOS

QUE VIERAM DO SERTÃO - PRA CANTAR PARA A NAÇÃO

COMO TONICO & TINOCO.

II

SETENTA ANOS DE GLÓRIA COM A VIOLA NO PEITO

DUAS VOZES AFINADAS DUETO MAIS QUE PERFEITO

ELES FORAM BATIZADOS DE CORAÇÃO DO BRASIL

SÃO MANUEL, BOTUCATU - DESDE O NORTE ATÉ O SUL

DEBAIXO DO CÉU DE ANIL.

III

DAS MARAVILHAS DO MUNDO ESSA DUPLA ESTA NO MEIO

O TONICO E O TINOCO DOIS CAIPIRAS DOIS ESTEIOS

FORAM NASCIDOS NA ROÇA CASA SIMPLES DE MADEIRA

O BRASIL LHES AGRADECE - ESSES DOIS IRMÃOS MERECEM

DUAS LISTRAS NA BANDEIRA.

IV

NOSSO POVO SE ORGULHA DESSES DOIS IRMÃOS VIOLEIROS

REFERENCIAIS DO SERTÃO PATRIMONIO BRASILEIRO

DOIS ESCOLHIDOS POR DEUS PRA CANTAR MODA RAIZ

O TONICO DEUS LEVOU - MAS O TINOCO FICOU

CANTANDO PARA O PAÍS.

 

QUERIDOS TONICO & TINOCO... OBRIGADO DE CORAÇÃO POR TUDO O QUE VOCÊS REPRESENTAM PARA A NOSSA VERDADEIRA MODA RAIZ!!!

 

TINOCO:

 

QUÊÊÊÊ BELÊÊÊZA MEUS CONTERRÂNEO RAMIRO VIÓLA & PARDINI... EM NOME DE TONICO & TINOCO EU AGRADEÇO ESTA HOMENAGEM...

RAMIRO VIÓLA VAMO CANTÁ UM PEDACINHO DA “TRISTEZAS DO JECA” .

 

CANTADO: TINOCO & RAMIRO VIÓLA.

 

NESTA VIOLA EU CANTO E GEMO DE VERDADE

CADA TOADA REPRESENTA UMA SAUDADE.

 

TINOCO:

 

QUÊÊÊÊ BELÊÊÊZA!!!!!!

 

 

FIM

 

.... Graças à Deus tenho o privilégio de ser amigo do Tinoco e de grande parte de seus familiares, conheci e fui amigo do \"MANITO\" filho do Tonico, dona Nadir esposa do Tinoco e mamãe do José Carlos. Deixo aqui a minha grande e eterna admiração por essa dupla, meu agradecimento ao meu querido amigo Paulo Castro que é o idealizador e construtor deste importante site: www.tonicoetinoco.com.br que serve como um \"Banco de Dados\" para todos aqueles que querem e se interessam em saber a verdadeira História da Eterna Dupla Coração do Brasil \"TONICO & TINOCO\".

 

- Sds; Ramiro Vióla.

- Fone: 14 - 9708-6231 - Botucatu - SP.

- ramiroviola@uol.com.br

- ramiroviola@hotmail.com

- MSN: violeirobotucudo@hotmail.com

- Botucatu, 23 de Março de 2012.

 





Caro(a) amigo(a): Você que ouvia a Rádio Nacional, lá pelos idos de 1957, deve lembrar-se de uma dupla famosa, chamada de "Dupla Elegante" e que era formada por dois irmãos de nomes Jurandir e Luzzim. Pois então: o Luzzim escreveu-me agora, mandando-me uma foto de sua dupla e uma homenagem a dupla Tonico e Tinoco em forma de moda que ele criou e gravou em mp3 para que vocês todos possam ver a emoção que os fãs e músicos de raiz tem e sempre terão pela nossa querida e imortal dupla Tonico e Tinoco.


Dupla Elegante



Jurandir na sanfona e Luzzim na viola. Grande dupla!!!



Clique no iniciar do player para ouvir a homenagem ao Tonico e Tinoco.
Aguarde o carregamento....
Veja a letra da moda logo abaixo.




Tonico e Tinoco Letra e música de Luzzim Tonico e Tinoco expoente, Máximo da música sertaneja Enquanto o povo aplaudia, Tinoco assim dizia: que beleza! Hoje com o peso dos anos, seu corpo cansado Numa cadeira sentado, no rosto expressão de tristeza Tinoco conserva a humildade, uma de suas qualidades Nunca ligou pra riqueza A viola ali do lado, ele recorda o passado E conta suas proezas A saudade e a companheira É tudo o que me restou Sentado nesta cadeira Eu vou contar como estou Aqui eu passo meus dias Recordando o que passou Pra quem já foi nesta vida A dupla mais aplaudida Que no Brasil já passou Não teve neste país Lugar que eu não cantei Vi tantas coisas bonitas Que nunca me esquecerei tenho milhões de amigos sou tratado como um rei e uma vida de glória sem derrota só vitória muitos prêmios já ganhei não fala mais meu amigo eu sou teu fã de verdade do grande palco da vida só nos restou a saudade levantava a multidão nas festas que eles cantavam o povo da redondeza com certeza não faltava pra ouvir suas canções e os dramas que passavam era um grande sufoco pra ver Tonico e Tinoco muita gente até chorava mais na vida tudo passa um imprevisto surgiu com a morte do Tonico ficou um grande vazio quis continuar cantando sozinho não conseguiu a morte venceu a luta silenciou a maior dupla “a coração do Brasil”


CANÇÃO DA ETERNIDADE

Esta música foi composta em homenagem ao Tonico, ídolo do seu fã
José Cândido Ferreira, de Ibiporã, no Paraná.
Ele nunca o conheceu pessoalmente mas sempre nutriu uma
grande paixão pelo grande violeiro e cantor.
Curta a letra, que é muito bonita!

CANÇÃO DA ETERNIDADE (Cândido - João Sérgio) MEU IRMÃO, MEU CAMARADA QUANTOS PALCOS E ESTRADAS A GENTE JÁ PERCORREU VIOLÃO JUNTO DO PEITO CANTANDO SEMPRE PERFEITO POR ESTE MUNDÃO DE DEUS CUMPRIU BEM SUA MISSÃO UM BOM FILHO, BOM IRMÃO BOM PATRÃO, BOM CAPATAZ SEU JEITO SEM VAIDADE A SUA SIMPLICIDADE TRANSMITIA MUITA PAZ REFRÃO: TONICO! HOJE VIVE NAS ALTURAS NO SERTÃO DO CRIADOR TONICO! JUNTO DO CHICO MINEIRO CANTA PRA NOSSO SENHOR NAO ESTÁ MAIS ENTRE NÓS MAS A SUA BELA VOZ ALEGRA A NOSSA VIDA VOCÊ SE FOI MEU IRMÃO PORÉM A SUA CANÇÃO NUNCA SERÁ ESQUECIDA UM POETA BRASILEIRO RESPEITADO VIOLEIRO QUERIDO PELA HUMILDADE QUALQUER DIA QUE VIRÁ A GENTE VAI DUETAR A CANÇÃO DA ETERNIDADE TONICO HOJE VIVE NAS...



O MARRUÊRO

Catulo da Paixão Cearense Poeta maranhense e compositor


MARRUÊRO, eu sou marruêro!...
Nacendo, cumo tinguí,
fui ruim, cumo piranha,
mais pió que sucuri.


Pixúna daquelas banda,
véve a gente a campiá!...
Deus fez o hôme, marruêro,
prá vivê sêmpe a lutá.


Meu pae foi bixo timíve
e eu fui timíve tombém!
O pinto já sáe do ovo
cum a pinta que o galo tem.


Se meu pae foi marruêro,
havéra de eu tá na tóca,
a rapá no caitetú
a massa da mandioca?!


Bebedô de maduréba,
pissuindo carne e caroço,
eu nunca vi cabra macho
que me fizesse sobroço!


Nunca drumí uma noite
imbaxo de tejupá!...
Nascí prá vivê nas gróta,
prá vivê nos môcôsá...


prá drumi longe dos rancho,
prú-riba duns gravatá...
vendo a lua pulas fôia
d’um férmôso iriribá!


Nos gaio da umarizêra,
o cantá do sanhassú;
na boca triste da noite,
o gimido da inhabú...


e as tuada da cabôca,
lavando n’agua do rio,
e os canto, prú via dela,
nos samba... nos disafio...


nada disso, não, marruêro,
me dava sastifação,
cumo o mugido bravio
dos valente barbatão!


Nada fazia, marruêro,
o coração me pulá,
cumo uvi pulas varjóta,
os berro dos marruá!


Na paz de Deus eu vivia
nos brêdo dos matagá,
tocando a minha viola
só prá meu gado iscutá.


Lá, prás banda onde eu nascí,
já se falava do amô:
todas as boca dizia
que era farso e matadô!


Mas porém, foi trazantonte,
no samba do Zé Benito,
que eu panhei uma chifrada
que me deu esse mardito!


Nas marvadage do Amô
não hay cabra que não cáia,
quando o diabo tira a roupa,
tira o chifre e tira o rabo
prá se vistí c’uma saia!


Se adisfoiando no samba,
cantando uma alouvação,
eu vi a frô dos cabórge
das morena do sertão!


Trazia dento dos óio
istrépe e mé, cumo a abêia!
Oiôu-me cumo uma onça!...
E, ao despois, cumo uma ovêia!


Aqueles óio xingôso,
eu confesso a vasmincê,
ruía a gente prú dento
que nem dois caxinguêlê!


Sem mardade, um bêjo dado
naquela boca orvaiada,
havéra de tê, marruêro,
o chêro das madrugada!


A fala dela, marruêro,
era o gemê do regato,
que vae bêjando as fôiáge,
que cáe da boca dos mato!


As duas rôla morena,
prú baxo do cabeção,
trimia, cumo a água fresca,
quando o vento bêja as água
das lagoa do sertão!...


Pruquè os dois peito alembrava
dois maduro cajá-manga,
e a boca, toda vremeia,
parecia uma pitanga.


Chêrava as mão da cabôca,
cumo os verde maturi!...
Era taliquá, marruêro,
dois ninho de juruti!


Os pezinho da curumba,
quando dançava o baião,
parecia dois pombinho,
a mariscá pulo chão!


Eu me alembro!... A saia dela,
cô das pena da irerê,
tinha a sôdade dos mato,
quando vae anoitecê!!


Aqueles braço de fogo,
(Deus não me castigue, não!!)
quêmava, cumo as fuguêra
das noite de São João!...


Marruêro!... Os cabelo dela
tinha o calô naturá
da pomba virge dos mato,
quando cumeça a aninhá!...


Apois, os cabelo dela
tão preto prô chão caia,
que toda a frô que butava
nos cabelo, a frô murchava,
pensando que anoiticia!!


O suô que ela suava
no samba, chêrava tanto
que inté a gente sintia
um chêro de ingreja nova,
um chêro de dia santo!


As anca, as cadêra dela,
surrupiando no côco,
toda a se tamborilá,
a móde que parecia
o xaquaiá de uma onda,
que vem jupiando, redonda,
na praia se derramá!


Japiaçóca dos brejo,
no arrastado do rojão,
cantava cum tanta magua,
cum tanto amô e paxão,
que ispaiava, no terrêro,
o ôrôma do coração!!


O coração das viola
aparava, de mansinho,
se os dois fióte de rola,
quando ela táva sambando,
pulava fora do ninho!...


Entonce, aqueles dois óio,
sereno, cumo o luá,
vinha prá riba da gente,
taliquá dois marruá.


Intrava dento da gente,
cumo duas zelação!...
Mas porém, a gente via,
no fundo daqueles óio,
a hora da Ave-Maria,
gemendo nas corda fria
das viola do sertão!!!


Prú móde daqueles óio,
dois marvado mucuim,
um violêro, afulémado,
partiu prá riba de mim!


Temperei minha viola,
intrei logo a puntiá,
e ambos os dois se peguêmo,
n’um disafio, ao luá!


Premití a Santo Antônio,
se eu vencesse o cantandô,
de infeitá o seu fiínho
cum um ramaiête de frô!!


Só despois que nestas corda
fiz pinto cessá xerêm,
vi que o bichão se chamava:
- Manué Joaquim do Muquêm!


Manué Joaquim era um cabra
naturá de Piancó!...
Quando gimia no pinho,
chorava, cumo um jaó!


Eu, marruêro, arrespundia
nestas corda de quandú,
e os acalanto se abria,
cumo as frô do imbiruçú!


Foi despois do disafio,
quando eu saí vencedô,
que os canto e os gemê dos pinho
n’um turumbamba acabou!!


Imquanto nós dois cantava,
sem ninguém té dado fé,
tinha fugido a cabôca
cum o Pedro Cachitoré!!!


Tinha fugido a curumba
cum aquele bode ronhêro,
um tocadô de pandêro
e runfadô de zabumba!


Tinha fugido, marruêro,
aquela frô dos meus ai,
cumo uma istrela que foge,
sem se sabê prá onde vai!!!


Na luz do Só, que acordava,
lá, no coró do Nascente,
a móde que Deus, contente,
cum a natureza sonhava!


O canto alegre dos galo
nos capoerão amiudava!...
Nos taquará das lagoa
as saracúra cantava!...


Alegre, passava um bando
das verde maracanã!...
Férmosa, cumo a cabôca,
vinha rompendo a minhã!


O vento manso da serra
vinha acordando os caminho!
Vinha das mata chêrosa
um chêro de passarinho!...


Lá, no fundão d’uma gróta,
adonde um córgo gimía,
gargaiava as siriêma
cum o fresco nacê do dia!


Uma araponga, atrépada
n’um braço de mato, im frô,
gritava, cumo si fosse
os grito da minha dô!!


E a sabiá, lá nos gaio
da tabibúia, serena,
trinava, cumo si fosse
uma viola de pena!


Um passarinho inxirido,
mardosamente iscundido
nas fôia de um tamburi,
sastifeito, mangofando,
de mim se ria, gritando
lá de longe: “bem te vi”!


Chegando na incruziada,
despois do dia rompê,
sipurtei o meu segredo
n’um véio tronco de ipê!


Dendê essa hora, inté hoje,
eu conto as hora, a pená!...
Eu vórto a sê marruêro!...
Vou vive cum os marruá!


Eu tinha o corpo fechado
prá tudo o que é marvadez!
Só de surúcúcútinga
eu fui murdido trez vez!...
Tândo cum o corpo fechado,
prás feitiçage do Amô,
pensei que eu tava curado!


Dos marruá mais bravio
que nos grotão derribei,
munta chifrada penosa,
munta marrada eu levei!!


Prá riba de mim, Deus pôde
mandá o que ele quizé!
O mundo é grande, marruêro!...
Grande é o amô!... Grande é a fé!...


Grande é o pudê de Maria,
ispôsa de São José!...
O Diabo, o Anjo mardito,
foi grande!... Cumo inda é!!


Mas porém, nada é mais grande,
mais grande que Deus inté,
que uma chifrada, marruêro,
dos óio d’uma muié!



VOCABULÁRIO

Marruá - touro.
Marruêro - pastor do gado.
Tinguí - erva venenosa.
Piranha - peixe mordedor.
Sucuri - cobra.
Pixuna - rato selvagem.
Mandurêba - cachaça.
Campiá - andar à busca de gado, pelos campos.
Sobroço - medo.
Tejupá - cobertura de palha.
Mocôsâ - caverna.
Borbatão - touro.
Alouvação - canto, louvando alguém.
Cabórge - feitiço.
Istrépe - espinho.
Caxinguelê - animal roedor.
Baião - dança.
Irerê - ave palmípede.
Japiaçóca - ave ribeirinha
Rojão - toque de viola.
Zelação - estrela cadente.
Mucuim - parasita que se introduz na pele.
Afulémado - raivoso.
Puntiá - preludiar na viola.
Pinto cessá xerém - fazer bonito.
Jaó - ave de canto melancólico.
Maracanã - periquito.
Araponga - ave também chamada Ferreiro, de grito agudíssimo.
Corpo fechado - aquele que por meio de rezas
e outras superstições, fica isento de mordeduras e feitiços.
Surúcúcútinga - cobra venenosíssima



ANGELINO DE OLIVEIRA Partindo ficaste, amigo Angelino Na doce harmonia do seu canto-chão; Deixaste o ranchinho no alto da serra Varado de lua no meu coração. Partindo deixaste uma orquestra tocando No meio da mata ao romper das manhãs: Chupins, sabiás, bem-te-vis madrugando, Canários da terra, gentis jaçanãs! Tristezas de Jeca invadem agora A Pátria inteirinha que tanto te ouviu! E o velho sertão, na cantiga que chora, Aumenta a saudade que o Jeca sentiu. Partiste ficando; ficaste cantando, Na história que a arte supernal escreve; Na terna humildade, teus versos forjando, Forjaste o imortal de uma vida tão breve... Assis, 1964 Nicanor Luciano Gomes: Cantarolando. Tupã: Color Set Editora. 1987. Professor e poeta botucatuense e amigo de Angelino de Oliveira



Coluna do Tonico e Tinoco, no Jornal Notícias Populares,
de São Paulo, de dezembro de 1982, onde o
Sr. José de Palma envia aos 2 irmãos um poema sobre
o seu Estado, Espírito Santo.




Poesia em homenagem ao Tonico, escrita por Delfino Carmelo, fã da dupla.




São Gonçalo

Duas imagens de São Gonçalo, santo português, que é o padroeiro dos violeiros.
A HISTÓRIA DO SANTO * SÃO GONÇALO - *1187 - +1259. São Gonçalo é o Santo Português que, sobretudo no Norte de Portugal, goza da maior devoção, logo depois de Santo Antonio de Lisboa. Na sua História Eclesiástica de Portugal, o Padre Miguel de Oliveira diz apenas o seguinte: "São Gonçalo de Amarante" falecido a 10 de Janeiro de 1259; o seu culto foi permitido pelo Papa Júlio III e Clemente X estendeu o ofício e a Missa a toda a Ordem dominicana em 1671. Terá sido São Gonçalo uma invenção posta ao serviço de uma qualquer idéia ou propósito? Ou podemos perceber o percurso da sua devoção ou do seu culto? O mais antigo documento que se refere a São Gonçalo, é um testamento de 18 de Maio de 1279 em que uma tal Maria Johannis lega os seus bens à Igreja de São Gonçalo de Amarante. Quer dizer, uns 20 anos depois da morte de São Gonçalo existia uma igreja dita de: "São Gonçalo de Amarante". E há outros documentos escritos sobre a figura de São Gonçalo e o seu culto. São Gonçalo de Amarante é o padroeiro dos Violeiros no Brasil, o início ao culto a São Gonçalo data aproximadamente, da época em que os primeiros Portugueses chegaram ao Brasil. Nas suas peregrinações, levava consigo uma viola de cordas e invocava o povo através de suas melodias, tocadas nas rodas de danças formadas ao ar livre, por moças e rapazes. Além das mensagens de fé e carinho que transmitia, ele foi exemplo de dignidade e santificação. Existem muitas lendas a respeito do santo protetor das mulheres e dos casais apaixonados. Contam que ele transmite tranqüilidade e alegria a todos. Protege sempre os que amam. Ajuda as pessoas a encontrar a pessoa certa para amar e ser feliz por toda a vida. Para alguns, São Gonçalo possui poderes sobrenaturais contra o mal e contra as adversidades. Há muitas lendas sobre São Gonçalo, dizem que a sua dança vem do começo do Mundo, dizem que ele foi também muito farrista, e para pagar as suas dívidas cantava e dançava a noite toda, dizem também que ele era muito alegre, gostava de tocar viola e cantar, e por meio dos versos ensinava a Religião. Dizem violeiros devotos ao São Gonçalo que, ao sair de casa para uma cantoria, um desafio, uma dança. Faz-se um pedido ao Santo para que não haja: esquecimento da letra a ser cantada, que a viola não desafine ou arrebente cordas. * Dança de São Gonçalo * No Brasil o início do culto a São Gonçalo do Amarante data aproximadamente, da época em que os primeiros portugueses chegaram no Brasil. Neste período Portugal voltava seus olhos para este Santo que havia falecido em 1262 e foi canonizado em 1561, que ainda não havia sido beatificado, mas que já havia muitos milagres atribuídos a ele. O rei de Portugal D. João III, um grande devoto, foi um dos primeiros a empenhar-se para a beatificação de São Gonçalo em Roma. Em Portugal a sua festa é realizada em Amarante, no dia sete de Junho. No Brasil fazem festa para o Santo oferecendo uma dança, cerimônia que ocorre sempre, na maioria das vezes, por pagamento de promessa. Em alguns locais o Santo (Imagem) é representado da forma Católica, ou seja, com a ausência da viola, no entanto as Imagens do Santo destinadas para o culto popular através da Dança de São Gonçalo é representada, na grande maioria das vezes de duas maneiras: São Gonçalo do Amará (Amarante): É representado à moda das vestimentas camponesa portuguesa da época, ou seja: calção preso pouco abaixo do joelho, meia preta, bota braguesa (para andar em local úmido) chapéu na cabeça, capa azul nas costas e viola na mão. A justificativa encontrada para a representação do Santo com estas vestes, deve-se ao período que estava em construção uma ponte na região onde viveu, ele ajudava na construção e após o trabalho ia tocar viola para a conversão dos "pecadores", e não tinha tempo de trocar de roupa. HOMENAGEM DE UM VIOLEIRO

EXALTAÇÃO A SÃO GONÇALO CURURÚ - SI + AUTOR: RAMIRO VIÓLA.08/12/2003 I SÃO GONÇALO DO AMARANTE PROTETOR DOS VIOLEIROS FOI TRAZIDO POR CABRAL PARA O SOLO BRASILEIRO PROTEGEI NOSSA FAMÍLIA E OS FULIÕES DESSE TERREIRO SEU DIA É SETE DE JUNHO DESSE SANTO PADROEIRO QUE DEPOIS DE SANTO ANTONIO ELE É O MAIS CASAMENTEIRO QUEM QUIZER UM BOM MARIDO - FAÇA A ELE UM PEDIDO QUE ELE RESOLVE LIGEIRO. SÃO GONÇALO PROTETOR, SÃO GONÇALO MILAGREIRO. PROTEGEI SEMPRE A VIOLA E TAMBÉM OS VIOLEIROS. II VIOLEIRO QUE SE PREZA AO SAIR PRA UMA FUNÇÃO SE POSTA EM FRENTE DA IMAGEM COM SUA VIOLA NA MÃO OLHANDO PRA SÃO GONÇALO PEDE SORTE E PROTEÇÃO SÃO GONÇALO QUE ATALHE A INVEJA E A TRAIÇÃO E CLAREIE A IDÉIA DESDE O VERSO AO REFRÃO SÃO GONÇALO ILUNINE - QUE AS CORDAS NÃO DESAFINE DA MAIS FINA AO BORDÃO. SÃO GONÇALO PROTETOR, SÃO GONÇALO MILAGREIRO. PROTEGEI SEMPRE A VIOLA E TAMBÉM OS VIOLEIROS. III O DEVOTO AO SÃO GONÇALO NUNCA TEM DEFICULDADE SÃO GONÇALO É MILAGROSO AOS QUE TEM INFERMIDADE CONVERSOR DOS PECADORES PARA TER DIGNIDADE É UM SANTO LUZITANO FAZEDOR DE CARIDADE DANÇAVA EM CIMA DE PREGOS NA MAIOR TRANQUILIDADE ELE FOI BEATIFICADO - TAMBÉM FOI CANONIZADO PARA O BEM DA HUMANIDADE. SÃO GONÇALO PROTETOR, SÃO GONÇALO MILAGREIRO. PROTEGEI SEMPRE A VIOLA E TAMBÉM OS VIOLEIROS. RAMIRO VIÓLA BOTUCATU - SP. SICAM: 5321.

viola

Viola de cocho pantaneira, no saco.


viola


Viola de cocho Pantaneira, instrumento singular por sua forma e sonoridade, 
a viola-de-cocho é encontrada em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde 
integra o complexo musical, coreográfico e poético do Cururu e do Siriri 
(Danças Folclóricas) cultivado por segmentos das camadas populares como 
diversão a Santos Católicos, sua confecção utiliza espécies nativas de 
madeira cujo manejo vem sendo implantado pelo projeto viola-de-cocho 
Pantaneira, que atua junto aos artesãos no sentido de viabilizar essa produção, 
gerando renda e garantindo a preservação do patrimônio Cultural e Ambiental 
Fabricada pelo artesão Sr. Severino, a viola, contendo a caixa de ressonância, o 
braço e a palheta numa única peça, é escavada na madeira sem nenhuma emenda após 
o que é recoberta por uma única lâmina de madeira, tendo apenas a "boca" em seu 
centro, sendo que a madeira utilizada para a fabricação chama-se "Sirirí". 
A viola-de-cocho é composta por cinco cordas e a afinação básica, de baixo para 
cima é: si, fá#, dó#, si e mi. Esta viola aqui mostrada foi nomeada de "Angelina", 
em homenagem à Angelino de Oliveira, e foi um presente trazido de Corumbá-MS pelo 
Sr. Braz de Assis Nogueira em 15/10/2003, ao amigo e violeiro Ramiro Vióla.
Contatos com os Artesãos: 
     Sr. Agripino: 0**67- 231- 8793.
     Sr. Inácio: 0**67 - 226-1174.
     Sr. Severino: 0**67 - 231-8793.  








indicação Livros, revistas e publicações

Capa do livro "Tinoco um Herói do Sertão", de Gildo Sanches,
baseado nas memórias de Tinoco, com as reminiscências de sua
vida e de Tonico.Livro de fácil leitura, ilustrado com fotos
de várias épocas, salientando a vida e carreira de Tinoco,
um verdadeiro herói do sertão. Editora Perez - 2003.
Para adquirir o livro, entre em contato com José Carlos no
telefone (011) 6965-0911 ou e-mail: zcarlos@csbr.com.br



Capa da Revista Viola Sertaneja
Ano I - número 1 - set/1979




Revista de método prático para viola, de
Tonico e Tinoco, Editora Prelúdio.




O mesmo método, publicado pela Editora Luzeiro Ltda.




Capa do livro "História e Sucessos de Tonico e Tinoco"
de autoria do Tonico. Editora Prelúdio,1954.
Prefácio de Anacleto Rosas Jr.



História em Quadrinhos, baseada no filme
"Lá no Meu Sertão" de Tonico e Tinoco.
Editora Prelúdio - 1960.

Algumas páginas da revista, que conta a história da vida da dupla.




Capa da Revista Beira da Tuia.



Capa do livro de Tonico, intitulado "Vila do Riacho",
com contos sertanejos.Prefaciado por Eduardo Llorente.
Editora Prelúdio.1960.




Capa do Livro "Da Beira da Tuia ao Teatro Municipal"
Publicado em 1984 pela Editora Ática, conta a vida da
Dupla "Coração do Brasil" e apresenta a maior parte de
sua discografia, com as respectivas letras. Livro esgotado.




indicação Quadros e pinturas de arte popular






CASA CAIPIRA

Assistam um belo vídeo que o Mauro Tavares, de Belo Horizonte, que também é pintor, fez especialmente a seu pai, Paulo Tavares, de Piraúba, MG, ambos ardorosos fãs da dupla Tonico e Tinoco. A moda é a linda "Casa Caipira" de Cornélio Pires e Tonico, ilustrada pelas belas cenas de sua pintura, alusiva a uma verdadeira casa caipira.






"Violeiro", 1889. Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Quadro de José Ferraz de Almeida Jr. de Itu. Foi o primeiro de
nossos artistas a retratar, com fidelidade e muita beleza,
a vida simples do homem do campo.




"Caipira Picando Fumo", 1893. Almeida Jr.
Pinacoteca do Estado de São Paulo.




"Cantoria com Viola", do famoso pintor Assis Marinho, do
Rio Grande do Norte, 1988.




indicação Autores e Compositores



João Pacífico, um dos maiores compositores da música de raiz.
Ver biografia na seção de "links", em Seus Compositores.




Foto memorável de artistas famosos da década de 50, onde
além de Tonico e Tinoco, ao centro, aparecem agachados,
Nhá Neide, Antonio e Antoninho e Sertãozinho.




Cornélio Pires, de Tietê (SP), foi o grande iniciador e incentivador
da cultura sertaneja, dando espaço para muitas duplas, inclusive
Tonico e Tinoco. Ver biografia em "Fatos e Fotos".




Teddy Vieira, grande compositor de Itapetininga, SP.
Compôs O Menino da Porteira, O Rei do Gado, João de Barro,
Peão Cativeiro, Capelinha do Chico Mineiro, Vingança do Caçador,
Sangue Gaúcho, entre outras. Ver biografia em "Links".




Anacleto Rosas Jr., de Mogi das Cruzes, grande compositor
com músicas como Boi de Carro, Burro Picaço, Despedida e
dezenas de outras lindas modas sertanejas. Ver biografia em "links".




Contra capa da Revista Sertaneja, de nº 16, julho de 1959,apresentando
um poster de figuras proeminentes da música sertaneja em São Paulo.






indicação Fatos e Reportagens


TINOCO: o guerreiro sem descanso


* Geraldo Generoso O município paulista de São Manuel, na região central do Estado, ostenta como pórtico de entrada principal o Memorial TONICO e TINOCO. Um monumento edificado ao tempo que ainda estava vivo João Salvador Perez (o Tonico) . É um tributo à dupla Coração do Brasil, continuamente reconhecido pelos moradores, que não escondem o orgulho de serem conterrâneos desses dois vultos históricos. Distante uns 4 km está a pequena cidade de Pratânia, onde se vê o casebre transladado e onde a prefeitura construiu um museu e espaço reservado com as maiores recordações dos ilustres filhos daquele pedaço do Estado de São Paulo: roupas usadas em shows, a viola branca do Tinoco, o violão do Tonico, muitas fotos e cartazes alusivos a muitas apresentações. No dia 13/11/2005, domingo, na casa que Tinoco dispõe em Pratânia, cedida por Roque Jonner - amigo pessoal do artista – presenciamos a entrega de uma viola, da marca Rozini, pelo cantor e produtor de TV, grande divulgador da música raiz, RAMIRO VIÓLA, que faz dupla com PARDINI, e reside em Botucatu. TINOCO recebeu o mimo com muita emoção; abriu o estojo onde estava o instrumento, acariciou-o e foi tirando várias canções de seu repertório, e, incontido, cantou com Ramiro Viola, ali mesmo na sua sala destinada a um fim de semana de repouso. Na oportunidade, também recebeu um exemplar do livro “MEMÓRIAS DE IPAUSSU”, de nossa autoria, juntamente com Vitório Maistro, e que após a leitura também ficará no Museu de Pratânia. Mas que repouso, que nada. Contou partes de sua vida, da trajetória pelos circos, do sucesso que, segundo ele “veio unicamente por Deus, pois viemos de uma família muito humilde. Jamais previ que um dia chegasse onde chegamos.” Tinoco também revelou, na oportunidade, que tem uma grande veia satírica, e gosta de ser espontâneo no palco, sem esconder seu desejo de representar como ator teatral humorístico. Como artista de cinema, participou, entre outros, dos filmes: “Lá no meu Sertão”, “A marca da Ferradura” e “Obrigado a Matar.” Em seus 85 anos bem vividos e conservados, é uma pessoa dinâmica e carismática, que prende pelo primeiro contato, pela forma espontânea com que recebe a todos, sem nenhuma cerimônia ou superioridade. Nessa mesma noite, no espaço da praça onde se situa o monumento de Tonico e Tinoco em São Manuel, Tinoco apresentou-se ao lado do filho TINOQUINHO, balançando o público ao ar livre, com suas canções imorredouras e sempre com participação do grande público presente. Descontraído, com domínio total sobre a platéia – mesmo ao ar livre -, o público ficou até a última música do show que Tinoco “foi fazer em casa” – já que São Manuel e Pratânia representam seu lar, mesmo tendo percorrido o Brasil inteiro e, por força da profissão, tendo se radicado em São Paulo. Estamos, neste 2005, nos 70 anos de Tonico e Tinoco, um registro digno do livro dos recordes e, que curiosamente, pode ser comparado ao vinho : “Tinoco, quanto mais velho, fica ainda melhor” – é o que diz a sua legião de amigos e admiradores de todos os recantos (mesmo os mais afastados) do país que lhes reconheceu como a eterna Dupla Coração do Brasil: TONICO E TINOCO.
- o autor é jornalista e escritor Esta matéria foi veiculada no Jornal Diário MS (Dourados, MS); O ESTADO (Rio Branco – Acre); Folha de Ourinhos; Jornal O COMETA, de Ipaussu; Portal da Amazônia (Amapá Busca).
A Homenagem da Rozini ao Tinoco Tinoco

Tinoco exibe sua mais nova viola, da marca Rozini, ao lado de dona Nadir e do amigo Ramiro Vióla .

Tinoco

José Antônio,irmão do Geraldo, Ramiro, Tinoco, Roque e Geraldo.

Tinoco

Tinoco, conversando com Ramiro e Geraldo.

Tinoco

Ramiro, testando a bela viola verde-amarela.

Tinoco

Geraldo, Tinoco e Simião.

Tinoco

Tinoco e seus amigos Ramiro e Roque Jonner.

Tinoco

Simião, Geraldo e José Antônio ao lado do ídolo Tinoco.

Tinoco

Tinoco dedilha a nova viola ao lado da feliz dona Nadir.

Tinoco

Alegria de Tinoco e Ramiro Vióla.



TINOCO EM CURITIBA

Flagrantes da Visita...



Receber em sua cidade e principalmente em sua casa "O Maior Patrimônio da Música Sertaneja - Tinoco", realmente é uma responsabilidade muito grande, mas também é o sonho de muitos brasileiros. Tinoco esteve em Curitiba/PR no dia 23/09/2003 para gravar um documentário de duas horas, especialmente para o Programa Brasil Caboclo, produzido e apresentado por mim, Maikel Monteiro. O documentário "Vida e Obra de Tonico e Tinoco" abordou aspectos da vida e obra de nossos artistas em uma entrevista bem elaborada e dirigida, viajando no tempo desde o casamento de seus pais, conhecendo os 70 anos de carreira da dupla até os projetos futuros do nosso querido Tinoco. O documentário foi gravado no Estúdio Atlantis de uma maneira descontraída, porém muito cultural, e contou mais uma vez com as mãos dedicadas dos amigos Mauro Cordovil, Sérgio Pinheiro, José Francisco da Silva e Edino Ferrari, os quais externo meus agradecimentos. Tinoco nos brindou com trechos de grandes sucessos e "causos" pitorescos à respeito de Tonico e Tinoco. O documentário "Vida e Obra de Tonico e Tinoco" ficará para a história e foi exibido na ocasião através da Rádio Paraná Educativa AM 630 Khz de Curitiba/PR no Programa Brasil Caboclo nos dias 05 e 12/10/2003. Como profissional, enriqueci ainda mais meus conhecimentos, como pessoa passei um dia adorável em companhia do meu particular amigo, Tinoco e como fã me senti realizado em recebê-lo em minha casa, ouvir meus discos com ele, ter vários autografados por ele e dar boas risadas num almoço bem caseiro em companhia do "Seu" José Tadra e D. Tereza e numa roda de chimarrão bem informal com os amigos. Convido então, todos vocês à apreciarem os registros desse memorável encontro.

Maikel

Tinoco é recebido no aeroporto por Maikel e Juliana.
Maikel1

Tinoco na residência do Maikel Monteiro.




Maikel 2

Tinoco, autografando um violão no estúdio da Emissora.
Maikel 31

Tinoco examina peça do enorme acervo do amigo e colecionador Maikel.


Maikel 4

Maikel, José Francisco e Tinoco,.

Maikel 5

Tinoco e os amigos numa bela rodada de chimarrão!




Esta talvez, seja a única propaganda gravada pela dupla
Tonico e Tinoco, para os revendedores Dodge, em 1978.
Foi lançada pela Gravadora Som Verde.
(Ver discografia - compactos simples)


dodge

Capa de Meu Dodge, minha vida.




dodge


Contra-capa de Meu Dodge, minha vida. Clique no iniciar do player para ouvir a propaganda
"Meu Dodge, minha vida."






tonico
Manchete do jornal "Notícias Populares", de São Paulo,
anunciando a morte do Tonico, ocorrida no dia anterior.
Publicada em 14 de agosto de 1994,domingo.



Adão

Reportagem publicada no jornal "Diário de São Paulo", de 15 de junho de 2004, em um caderno especial sobre as atividades dos "jovens" da terceira idade. Nosso amigo Adão de Oliveira, associado de nosso fã clube mostra, orgulhoso, seu patrimônio colecionado ao longo de seus 50 anos dedicados à dupla Tonico e Tinoco.Em suas mãos, o diploma muito bem cuidado!





Nosso amigo Duvílio Zanon, de São José do Rio Preto, que é nosso associado de número 039, nos mandou matéria muito interessante que tem colecionado desde os idos de 1948. Ligados às rádios Nacional e Record, Tonico e Tinoco comunicavam-se com os fãs com o meio mais eficiente e usado na época, que eram as cartas e cartões postais mostrados abaixo, e que eram, freqüentemente, autografados por eles, com muita satisfação.


carta

Foto de uma das cartas que Tonico e Tinoco enviavam aos ouvintes das rádios que escreviam a eles, em agradecimento ao apoio e afeto que recebiam de todos os fãs.


TT


Cartão de boas festas enviado pela dupla ao Sr. Duvílio.


TT


Cartão postal com a dupla "Coração do Brasil".


TT


Outro cartão postal, bem amarelado, denunciando o tempo, mas guardado com muito carinho.


TT


Cartão do Zé Tapera e do Chiquinho, irmão de Tonico e Tinoco.





As fotos abaixo nos foram enviadas pelo nosso amigo Valcir Marangoni, de Florianópolis, SC. Ele é o sócio nº 45 de nosso fã-clube e além de fã de carteirinha, é músico, compositor e cantor de música sertaneja. Comanda também, aos domingos, o programa "Braço da Viola" na Rádio Santa Catarina, em AM. Estas fotos são de um espetáculo a que compareceram Tonico e Tinoco, em setembro de 1980, em Chapecó. Elas mostram o Valcir, ainda mocinho, apresentando a nossa famosa dupla ao auditório.

TONICO E TINOCO

TT




TT




TT








A Revista Globo Rural, publicou em agosto de 1991, uma reportagem 
sobre Tonico e Tinoco, intitulada "Meio Século de Estrada" e 
posteriormente reeditou-a, depois da morte de Tonico, na revista
nº 120-A, de outubro de 1995.
Foi nosso amigo, Jackson Haroldo Schütz, de Florianópolis, que nos 
mandou o material que vocês poderão ver abaixo e que relata com 
texto e fotos, a longa caminhada que a mais querida dupla sertaneja 
do Brasil empreendeu, deixando-nos quase 600 modas que eternizaram 
sua belíssima carreira.


TT





TT





TT





TT





TT





TT





TT





TT





TT





TT








Orquestras

Nesta seção pretendemos mostrar um pouquinho das inúmeras orquestras de viola que existem pelo Brasil afora. Estas são as primeiras, mas sabemos que existem muito mais. Por isto pedimos que os interessados nos mandem um material semelhante ao aqui publicado e se possível com som e fotos de boa resolução. Teremos muito prazer em mostrar como nossa cultura popular é rica e difundida. Venham se juntar a nós! 1- Orquestra Raiz Sertaneja de Marialva, PR 2- Orquestra São Pedro de Viola Caipira, SP 3- Orquestra Londrinense de Viola Caipira São Domingos Sávio, PR 4- Orquestra Paulistana de Viola Caipira- OPVC, SP 5- Orquestra de Violas Cultura Caipira de Valinhos, SP 6- Estamos esperando a sua!

ORQUESTRA RAIZ SERTANEJA DE MARIALVA/PR A Orquestra Raiz Sertaneja de Marialva iniciou seus ensaios no dia 02 de Abril de 2009 com alguns poucos integrantes, e hoje conta com 30 músicos oriundos de nossa comunidade, entre eles profissionais liberais, agricultores, aposentados, comerciantes e estudantes. Enfim, uma miscigenação de personalidades e uma diversidade de faixa etária dos 13 ao 72 anos, promovendo a inserção e a integração através da música sertaneja de raiz, mostrando uma perfeita harmonia entre si e o apreço aos valores culturais desse nosso imenso país. Com um repertório eclético e heterogêneo, mas sempre com ênfase à música sertaneja de raiz, a Orquestra executa títulos de todas as regiões do Brasil, apresentando nelas suas peculiaridades. Isso se torna perceptível quando se observa a dedicação de seus integrantes, sempre empenhados em transmitir a todos aos que apreciam essa verdadeira música sertaneja, a alegria e a descontração; seus componentes transformam cada ensaio ou apresentação em um evento único, em que se irradia a alegria a todos que têm o privilégio de acompanhar a nossa Orquestra. Contando sempre com o apoio de colaboradores e admiradores, para chegar ao nível em que se encontra atualmente, com mais de 80 músicas em seu repertório, sempre crescente; músicas essas que tanto encantam e atraem cada vez mais pessoas, tornando-se uma atração cultural do município, sendo tema de matérias na mídia regional e estadual, com inserções em rádio, jornal e televisão. Enfim, resta-nos vivenciar e apreciar os momentos em que estamos juntos a essa gente, que é o nosso maior orgulho, seja aplaudindo, convivendo, compartilhando ou apoiando esses músicos de jeito e fala simples, mas que tantas alegrias nos proporcionam. E naqueles preciosos e inesquecíveis momentos, nos transformam em crianças, com suas tão reconhecidas músicas, tamanho é o envolvimento que esse privilegiado grupo consegue transmitir. E com toda certeza, podemos com orgulho dizer a quem quiser ouvir: somos de Marialva, gostamos e vivemos de música e de alegria, e com apenas sete notas musicais conseguimos levar a todos, as moreninhas lindas, os beijnhos doce, os cuitelinhos, as merceditas e tantas outras músicas tão admiradas e executadas há muito tempo. E temos o enorme prazer de apresentar agora a nossa Orquestra Raiz Sertaneja de Marialva. Marialva, PR, Agosto/2010 Autor: José Luiz Boromelo




Clique no iniciar do player para ouvir um pouquinho da Orquestra Raiz de Marialva.
Aguarde o carregamento....







TT


Cartaz da Apresentação da Orquestra



TT


Apresentação da Orquestra.



TT


A Orquestra Raiz Sertaneja.



TT


Apresentação da Orquestra.







ORQUESTRA SÃO PEDRO DE VIOLA CAIPIRA



FUNDADA EM 07 DE AGOSTO DE 2006, A ORQUESTRA SÃO PEDRO DE VIOLA CAIPIRA É O RESULTADO DO 
TRABALHO DA SECRETARIA DE CULTURA E TURISMO DE SÃO PEDRO, NA GESTÃO DO PREFEITO EDUARDO 
MODESTO, QUE VEIO ATENDER  AOS ANSEIOS DA POPULAÇÃO DESTE QUE É UM MUNICÍPIO 
GENUINAMENTE “CAIPIRA”, FORMADO À PARTIR DE UM POUSO DE TROPEIROS,  E DOS AMANTES DA 
AUTENTICA MUSICA DE RAIZ. 
EM SUA FORMAÇÃO ORIGINAL, A ORQUESTRA CONTOU COM 50 INTEGRANTES E SEU PRIMEIRO REGENTE 
FOI O CONSAGRADO ARTISTA E VIOLEIRO MAZINHO QUEVEDO, QUE FICOU À FRENTE DA ORQUESTRA 
POR TRES ANOS, ATÉ 2009.
ATUALMENTE A ORQUESTRA É COMPOSTA POR 40 MUSICOS E SEU REGENTE É O JOVEM MÚSICO E  MAESTRO 
RAFAEL SCHIAVANO DANELON QUE DARÁ CONTINUIDADE AOS TRABALHOS E ENRIQUECERÁ A ORQUESTRA 
COM SEU TALENTO.
UMA DAS QUALIDADES MAIS MARCANTES DA “OSPVC” É QUE, ALÉM DO NAIPE DE INSTRUMENTOS, VIOLAS E 
VIOLÕES, CONTA COM A PRESENÇA DE UMA AFINADO CORAL DE VOZES.
AO LONGO DESTES 4 ANOS DE EXISTENCIA, MUITAS FORAM AS APRESENTAÇÕES DA “OSPVC” NA CIDADE DE 
SÃO PEDRO E REGIÃO PARA OS MAIS VARIADOS PÚBLICOS. SUA ESTRÉIA, APÓS 4 MESES DE ENSAIOS, DEU-SE NO 
CORETO DA PRAÇA DA MATRIZ EM 10 DE DEZEMBRO DE 2006, CONTANDO COM A PRESENÇA ENTUSIASMADA 
DE MAIS DE 600 PESSOAS.
A “OSPVC” DESENVOLVE UM TRABALHO DE PESQUISA, RESGATE E DIVULGAÇÃO DA MÚSICA E DA CULTURA  
CAIPIRA DE RAIZ.

PRINCIPAIS APRESENTAÇÕES DA “OSPVC”: 2007: . MISSA CAIPIRA REALIZADA NA IGREJA MATRIZ DE SÃO PEDRO . RELEITURA DA OBRA DE TIÃO CARREIRO APRESENTADA NA ASS.DESP.RECR.SAMPEDRENSE 2008: . HOMENAGEM À DUPLA CORAÇÃO DO BRASIL: TONICO E TINOCO, QUE CONTOU COM A ILUSTRE PRESENÇA DO PROPRIO TINOCO E FAMILIARES NA ASS.DESP.RECR.SAMPEDRENSE . APRESENTAÇÕES NAS ESCOLAS DE SÃO PEDRO E REGIÃO. 2009. . APRESENTAÇÃO NO PROGRAMA CAMINHOS DA ROÇA (EPTV-GLOBO). . RELEITURA DA OBRA DE RAUL TORRES NA PRAÇA DA MATRIZ DE SÃO PEDRO. 2010. . APRESENTAÇÃO NOS HOTÉIS DA REGIÃO DE SÃO PEDRO. . APRESENTAÇÃO NO PROGRAMA MANHÃ SERTANEJA (SKY CANAL 23) COM RETRANSMISSÃO PARA DIVERSOS PAÍSES, INCLUSIVE, ESTADOS UNIDOS, CANADÁ E EUROPA. 2010. . APRESENTAÇÕES NOS HOTÉIS E CLUBES DA REGIÃO DE SÃO PEDRO. . APRESENTAÇÃO NO PROJETO “REVELANDO SÃO PAULO” – MART CENTER – SP CONTATOS: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PEDRO silvanabertato@hotmail.com


O programa “Caminhos da Roça” recebeu os 48 integrantes da orquestra que tem como regente, o violeiro Mazinho Quevedo Priscila Fantato Especial para A Tribuna


TT


Apresentação da Orquestra, com Mazinho Quevedo.



Demorou, mas chegou! A orquestra de violeiros de São Pedro gravou, nesta última semana, na Pousada dos Dinossauros, no caminho do Alto da Serra, sua primeira participação na televisão. O programa não poderia ser melhor: “Caminhos da Roça”, da EPTV, afiliada da Rede Globo, transmitido para mais de 12 milhões de espectadores no estado de São Paulo e sul de Minas. O apresentador do quadro musical, o violeiro Mazinho Quevedo, é também o regente da orquestra e como ele mesmo disse: “Estou mostrando a minha cria”. O programa apresentará os 48 integrantes da orquestra, divididos em instrumentais e vocais. “Realmente esta é uma orquestra diferenciada. Tem um coral de vozes excelente. Tudo conquistado através de muito esforço e projetos especiais que na época, o secretário de cultura Paulo Edson, organizou para eles. Só enriqueceu o repertório da turma que resgata e fomenta a cultura musical na cidade”, destacou Mazinho. Dentre os especiais apresentados pela Orquestra nestes dois anos que vem ensaiando, podemos citar: Especial de Tonico e Tinoco, o primeiro, que reuniu mais de mil pessoas na ADRS, e Tião Carreiro e Pardinho. “Agora eles deverão se apresentar com outro especial na Festa de São Pedro, com o repertório de Raul Torres”, comentou o violeiro. Outra apresentação memorável da orquestra foi a primeira missa com uma orquestra de violeiros na cidade, realizada por este grupo, no dia da padroeira do Brasil, 12 de outubro do ano passado, na Igreja Matriz. Em relação à apresentação na televisão, Mazinho foi firme: “É como se eu estivesse me apresentando. Estou nervoso igual. De certa forma estou mostrando a minha cria”, disse. O objetivo do violeiro vai além de simplesmente apresentar a orquestra. “Temos o objetivo de divulgar este lado especial de São Pedro. Faz parte da divulgação tanto da orquestra quanto da cidade”, continuou. O ponto mais importante na trajetória da orquestra, na opinião de Mazinho, foi levar os ensaios às escolas de São Pedro. “Foi um grande sucesso”, garantiu. Como disse o violeiro anteriormente, “sou mais um participante desta orquestra, que tem como maior objetivo levar para as novas gerações o papel mais bonito em relação à música. Eles fazem, muitas vezes, muito mais que artistas consagrados”. Durante a gravação do programa, a violeira Silvana Bertato, representando o pensamento do grupo, procurou ressaltar a união e a dedicação existentes entre os componentes culminando com o sucesso alcançado pela orquestra. João Nogueira, português de nascimento e há dois anos em São Pedro, não escondeu a sua emoção quando perguntado por Mazinho como ele se sente como integrante da orquestra: “É uma emoção muito grande. Sinto-me à vontade ao lado destes companheiros que me receberam de braços abertos. Não dá pra descrever a emoção que sinto ao participar de um momento tão especial para a orquestra, como este”, disse João Nogueira. Assista uma pequena amostra da música tocada pela Orquestra, regida por Mazinho Quevedo no link

"Orquestra São Pedro de Viola Caipira"



TT


Apresentação da Orquestra



TT


Tinoco e Mazinho acompanhados pela orquestra.



TT


Cena da platéia com Tinoco apreciando a apresentação.




ORQUESTRA LONDRINENSE DE VIOLA CAIPIRA SÃO DOMINGOS SÁVIO



A Orquestra foi fundada por iniciativa do sr. João Batista Gomes Simão no início de 2010 na Capela São Domingos Sávio, 
Jardim Itamaratí em Londrina/PR. Como parte do Projeto "Oratório Festivo Dom Bosco" da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora 
localizada na Rua Dom Bosco,55,Londrina/PR, este projeto objetiva atender jovens em situação de risco, apresentando-lhes 
oportunidades de uma vida com dignidade através de identificação de seus potenciais e talentos para a musicalização, 
esportes, teatros, sobretudo respeito ao próximo. Composta atualmente por crianças, jovens e adultos da região conta com 
50 componentes sob a regência do Maestro Edson Murari Lima. É um projeto do INDESE - Instituto Nacional de Desenvolvimento 
da Saúde e Ecologia, entidade da Associação Médica de Londrina. O INDESE desde 2010 está desenvolvendo um projeto com a 
Promotoria do Meio Ambiente de Londrina que será modelo para o Brasil sobre destinação 
correta de medicamentos vencidos e em desuso. 
Sávio é o padroeiro dos cantores de coro da igreja, das mães em dificuldades na gestação e delinquentes juvenis. 
Sua festa é celebrada no dia 6 de maio. Nascido em Riva, Piedmont, Itália, em 1842, morreu em Mondonio também na Itália 
em 9 de março de 1857. Foi beatificado em 1950 e canonizado em 1954. Ele é mais conhecido pelo grupo que organizou chamado 
a "Companhia da Imaculada Conceição". Em adição a sua devoção, ele fazia vários trabalhos como aluno do "Oratório Festivo 
de Dom Bosco", varrer o chão era uma de suas tarefas, tinha também especial paciência e cuidado com os jovens mais travessos. 
Logo que começou no Oratório Dom Bosco, Domingos separou uma luta entre dois rapazes que se atiravam pedras. Segurando um 
crucifixo entre eles ele disse: "Antes de lutarem olhem para isto" e em seguida disse "Jesus não tinha nenhum pecado e Ele 
morreu perdoando os seus executores, nós vamos ultrajá-lo sendo deliberadamente vingativos?" Ele escrupulosamente seguia a 
disciplina da casa e com isto angariava o ressentimento dos outros jovens que esperavam dele o mesmo comportamento. 
Não obstante, ele nunca ofendia quem o tratava mal. 
Talvez se não fosse a orientação de São João Bosco ele teria se tornado um fanático.
A Orquestra executou o Hino Nacional Brasileiro na abertura da 51ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, no dia 
14 de abril de 2011. Apresentou ainda várias músicas caipiras e regionais. No dia 17.04.2011, voltou a se apresentar nessa 
mesma exposição quando do seu encerramento. Além do Hino Nacional Brasileiro, apresentou clássicos como Chico Mineiro 
(Tonico e Francisco Ribeiro); Pagode em Brasília (Teddy Vieira e Lourival dos Santos), Vaca Estrela Boi Fubá 
(Patativa do Assaré), Castelo de Areia (Carreirinho), As Mocinhas da Cidade (Nhô Belarmino), Boiadeiro Errante 
(Teddy Vieira), Couro de Boi (Palmeira e Teddy Vieira), Nhambuxintã e Xororó(Athos Campos e Serrinha), O Pedido da 
4ª Árvore(Declamação do autor: Francisco Garbozi) e Felicidade (Lupicinio Rodrigues).
A Exposição de Londrina é considerada a maior da América Latina.


Assista uma pequena amostra da música tocada pela Orquestra, regida pelo Maestro Edson Murari Lima.
nos links  




"Orquestra Londrinense de Viola Caipira-Pagode em Brasília"


"Orquestra Londrinense de Viola Caipira-Nhambuxintã e Xororó"


"Orquestra Londrinense de Viola Caipira-Chico Mineiro"




TT


Osquestra de Viola Caipira de Londrina.






TT


Ademar Afonso e sua viola.






TT


Ana Júlia.






TT


Ademar Afonso e a orquestra de viola caipira.






TT


Ana Júlia e Lara.






TT


Mary Rosane, instrumentista da orquestra.







ORQUESTRA PAULISTANA DE VIOLA CAIPIRA - OPVC 


Uma orquestra, nos moldes e acepção do termo , porém formada exclusivamente por violas caipiras ( dez cordas ). Fundada em 29/10/1997 pelo maestro Rui Torneze (v.) é hoje provavelmente a corporação musical do gênero mais atuante no território nacional. Sua missão é a formar público para a música executada à viola caipira e devido a isso desenvolve um eclético repertório , o qual vai da música caipira de raiz à inusitadas e originais incursões na música erudita, world music, new age e MPB. Para obter essa performance o aprimoramento ostensivo de seus integrantes (a grande maioria músicos amadores, pessoas comuns da sociedade como bancários, estudantes, empresários, professores etc) é regra geral e uma exigência para incluir-se no quadro da OPVC. Devido a abrangência musical e a originalidade e técnica de suas interpretações a OPVC conquistou dos ouvidos simples aos sofisticados.Suas atuações fazem-se presentes em comemorações institucionais do setor público e privado e principalmente no mundo dos agronegócios, como exposições, congressos , feiras , leilões e outros eventos do setor que ocorrem por todo o país.O apoio didático e organizacional da OPVC se dá pelo Instituto São Gonçalo de Estudos Caipiras (v.), sede da mesma. Carreira Internacional Em 2010 a OPVC iniciou sua carreira em terras além Brasil. Através de vídeos divulgados por fãs na rede mundial da internet (uma bela interpretação de um tradicional fado português) a OPVC recebeu um convite de uma empresa produtora portuguesa e no período de 30/04 a 21/05/2010 excursionou por diversas cidades portuguesas, num projeto denominado “Viola Sem Fronteiras - Portugal 2010” que teve como tema a “devolução da viola caipira” ao seu berço de origem, mostrando aos irmãos portugueses o que foi feito desse belo instrumento deixado por eles aqui,como os ritmos e canções plasmados e oriundos de nossa miscigenação cultural. Inclusão Desde setembro de 2006 foi formada a “Velha Guarda da Orquestra Paulistana de Viola Caipira”com o objetivo de valorizar, treinar e principalmente incluir nos quadros da OPVC membros da comunidade pertencentes à “3ª. idade”, propiciando a estes um estudo e vivência customizados aos seus gostos e necessidades. Contando hoje com um contingente de 16 violeiros,tem como característica a assiduidade e o brilhantismo nas participações da OPVC e além disso ,mantém um repertório próprio para apresentações exclusivas, mas a sua maior contrapartida à orquestra como um todo se faz na troca das experiências pessoais,principalmente no convívio com os mais jovens,pois são todos caipiras de fato,trazendo nas suas memórias a realidade histórica descrita nos livros, além da experiência de vida. Discografia · CD Orquestra Paulistana de Viola Caipira – Ao Vivo (gravadora Kuarup); · DVD Orquestra Paulistana de Viola Caipira – Ao Vivo (gravadora Arlequim) Gravados em 2002 ao vivo no Theatro São Pedro, em São Paulo/SP. Clássicos instrumentais e cantados da música de caipira de raiz ,além de Villa Lobos (Trenzinho do Caipira) e Edu Lobo (Ponteio); · CD Viola in Concert – Ao Vivo (independente) Gravado ao vivo em 2008 no Theatro Pedro II na cidade de Ribeirão Preto/SP. Pérolas raras e pouco gravadas de compositores da música caipira de raiz como Serrinha,Torrinha e Canhotinho entre outros, além de peças instrumentais de Bach,Vivaldi e belíssimas interpretações de fado ( Canção do Mar , de Brito e Trindade),choro (Delicado, de Waldir Azevedo), Chovendo na Roseira ( Tom Jobim ) e A Terceira Lâmina (Zé Ramalho) · CD Viola in Concert /Instrumental - Ao Vivo (independente ) · DVD Viola in Concert – Ao Vivo ( independente ) Gravados ao vivo em 2009 no Theatro Pedro II na cidade de Ribeirão Preto/SP. O DVD (23 faixas) e o CD (13 faixas,somente com as músicas instrumentais interpretadas no show) traduzem a atual inclinação da OPVC como formadora de público para a viola caipira.Começa com uma belíssima interpretação instrumental do Hino Nacional Brasileiro e após isso,propositalmente, as faixas se alternam entre música caipira e inserções de música erudita, new age, world music ( destacando-se El Condor Pasa) e MPB.



TT


Fundação Bunge - Sala São Paulo.






TT


Foto Memorial.






TT


Teatro Pedro II -(2008).






TT


Violas sem Fronteiras.






TT


Fundação Bunge - Sala São Paulo - 2.






TT


Teatro Pedro II - (2009).




ORQUESTRA  DE VIOLAS CULTURA CAIPIRA DE VALINHOS



 A Orquestra de Violas Cultura Caipira de Valinhos teve sua origem, no ano de  2005, 
através de uma iniciativa muito feliz de duas pessoas atuantes e muito participativas na 
área da Cultura Valinhense.  São elas, o atual Secretário de Cultura do Município de 
Valinhos Sr. MARIO FARCI, que na época era Diretor de Eventos Culturais do município,  
e do professor de música (viola caipira) do Centro Cultural, Prof.. Robson Furiozo.
O professor Robson Furiozo era na época estudante de música no Conservatório de 
Tatuí e atualmente é formado tendo concluido seu curso no Conservatório Carlos Gomes 
de Campinas.   Ministrava aulas de violão popular e guitarra na então denominada Casa 
da Cultura, uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Valinhos, através de sua Secretaria 
de Cultura onde a frequência de alunos era elevada (superior a mil) com vários professores 
em diversas modalidades de cursos.
Conta-nos  o professor Robson,  que determinado dia,  um aluno levou uma viola para 
que o mesmo o auxiliasse na troca das cordas, e que após os procedimentos, ficou se distraindo 
com o instrumento que nunca havia tocado. Disse, que o som que o instrumento produzia 
lhe encantou imediatamente e o mesmo se interessou em aprender pelo menos o básico 
sobre a viola caipira. Tamanha foi sua disposição em aprender a tocar a viola que em poucos 
dias já estava dominando o instrumento, e a partir daí foi só se aperfeiçoando, com estudos, 
treinamentos e cursos, até fazer dela o seu instrumento preferido nos dias atuais.
Sugeriu então à direção da Cultura que se implantasse, além dos cursos já existentes na Casa, 
o curso de viola caipira, e aceitou a incumbência de ser o primeiro professor daquela 
modalidade no local.  Naquele primeiro ano foram muitas as inscrições e a primeira turma 
foi formada. Desse grupo, então foram extraídos vários   dos atuais componentes da Orquestra 
de Violas hoje existente.
Passado alguns meses sendo ministradas as aulas de viola caipira aos alunos pelo Prof..Robson, 
um dia, o então Diretor de Eventos Culturais do município, Sr. MÁRIO FARCI,  que é 
atualmente o Secretário de Cultura da cidade  de Valinhos/SP, sugeriu que se formasse um 
grupo para fazer uma apresentação na Festa do Folclore que seria realizada naqueles 
próximos dias (Festa do Folclore é realizada todo ano no mês de Agosto na cidade de 
Valinhos). O Prof. Robson aceitou a idéia, e depois de alguns preparativos e ensaios, 
houve a apresentação e informalmente o grupo começou a ser chamado de Orquestra 
Cultura Caipira de Violas de Valinhos. Acreditamos que o evento foi do agrado do público 
presente, pois começaram os pedidos de apresentações na cidade, e assim foi se firmando a 
idéia de uma Orquestra. Definiu-se que o repertório da Orquestra seria exclusivamente a 
música sertaneja de raiz, servindo como um estímulo à preservação da raiz de nossa música 
caipira e um incentivo ao seu desenvolvimento.
Atualmente o nome foi alterado e ficou definido em Orquestra de Violas Cultura Caipira de 
Valinhos e a cada ano que se passa ela é mais requisitada para apresentações, nos mais 
diversos lugares, não só na cidade de Valinhos, mas em outras cidades da região e outras 
localidades ainda mais distantes.
Nos anos de 2006 e 2007 foram realizadas várias apresentações locais e se firmando como 
grupo. Já em 2008 a Orquestra efetuou 42 apresentações e em 2009 foram 43, sendo que 
muitos pedidos ainda foram recusados por falta de datas ou por coincidirem com outros 
compromissos já assumidos.
A Orquestra nesses anos, além de nossa cidade de Valinhos onde estivemos presentes em 
Festa do Figo, Festa do Folclore, Festas juninas em todos os bairros, escolas particulares 
e municipais, faculdades, Shoppings, Festas de padroeiros, Clubes, Festas Beneficentes, 
entre outros eventos, já se apresentou em diversas cidades tais como Santa Bárbara D'Oeste, 
Capivarí, Rafard, Joaquim Egidio, Campinas, Jarinú, Limeira, Americana, Botucatú, 
Vinhedo, Monte Mor, Itatiba, Paulinia, Louveira, Hortolândia, Lagoinha, Jundiaí, 
São Paulo (Parque da Água Branca) e até no Rio de Janeiro (Riocentro) onde estivemos 
com um grupo reduzido, representando o Circuito das Frutas do Estado de São Paulo, 
nesse evento de repercussão internacional.
Consideramos todas as apresentações  importantes, em respeito ao público presente que 
nos prestigia e apóia naquele momento, porém destacamos duas apresentações muito 
significativas na nossa história até o momento: a primeira delas na Festa do Folclore de 
2008, quando nos apresentamos a um grande público no Parque Municipal de Feiras e 
Exposições Monsenhor Bruno Nardini, na cidade de Valinhos, com a presença e 
participação do violeiro Mazinho Quevedo que enriqueceu a apresentação; a segunda 
foi, também na Festa do Folclore no ano de 2009, quando estivemos dividindo o palco 
com o cantor Pena Branca que cantou, acompanhado pela Orquestra de violas, diversas 
músicas para a alegria do público presente. 
Ressaltamos também as apresentações de todos os anos na Festa do Figo, maior evento 
festivo desta cidade com grande participação popular.
Hoje a Orquestra é formada por pessoas das mais diversas classes sociais, e atividades 
profissionais, aposentados e estudantes, numa mescla de amizade, dedicação e amor pela 
música, sendo o único objetivo a divulgação e a preservação da cultura caipira, mantendo 
viva a música sertaneja de raiz.
Com o total apoio do atual prefeito municipal,  MARCOS JOSE DA SILVA, do Secretário 
de Cultura MÁRIO FARCI, e dos seus Diretores, em especial o Diretor do Departamento de 
Cultura, DENILSON DIAS SOARES, que além de todo o apoio logístico, de locomoção, etc, 
ainda nos prestigia sempre com sua presença, juntamente com o secretário Sr.MÁRIO, em 
nossas apresentações. Ressaltamos a incansável participação do professor Robson Furiozo, 
que com sua direção, orientação e coordenação  a Orquestra pretende se manter em 
evidência, se apresentando cada vez melhor nos locais onde sua presença for requisitada.

 
  
Fontes de informações: Integrantes da Orquestra em especial o Prof. Robson Furiozo, 
Brunelli, Marcondes, João Gasperi, Elpídio, Wagner.
Redigido por:  José Antonio Brugliato. 






TT


Orquestra de Viola de Valinhos



TT


Apresentação da Orquestra



TT


Close da orquestra- (2007).






TT


Ensaio da Osquestra






TT


Um momento de descanso. Que belo churrasco gaúcho!







Clique no iniciar do player para ouvir um pouquinho da Orquestra de Valinhos.
Aguarde o carregamento....







indicação

Teatro


O feminino de Tonico e Tinoco 
Obra inédita de Luís Alberto de Abreu, que estréia dia 10 de junho no Teatro Coletivo, recria visão feminina 
de narrativas  de três canções gravadas pela dupla caipira.

As canções Adeus, Morena, Adeus (Piraci/Luiz Alex) Cabocla Tereza (João Pacífico/Raul Torres) e Rio Pequeno 
(Tonico/João Merlini), gravadas pela famosa dupla caipira Tonico & Tinoco, foram inspiração para o espetáculo 
Um Dia Ouvi a Lua, de Luís Alberto de Abreu, e revelam três diferentes mulheres que invertem os valores machistas das 
narrativas dessas três composições, conhecidas do cancioneiro popular brasileiro, recriando-as do ponto de vista feminino.

O espetáculo dirigido por Eduardo Moreira, do grupo mineiro Galpão, com texto inédito do consagrado dramaturgo Luís Alberto 
de Abreu que, entre outros trabalhos, foi o autor do roteiro adaptado da minissérie “Hoje é Dia de Maria”, estréia no próximo 
dia 10 de junho, no Teatro Coletivo em São Paulo e permanecerá em cartaz até 14 de agosto, com apresentações sextas e 
sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h.

A canção, “Adeus, Morena, Adeus” destaca, na versão de Abreu, Beatriz e não o violeiro que prefere seguir uma vida errante 
à casar-se. Abandonada por ele na estação de trem, a personagem, volta todos os dias, à mesma estação, agora desativada, 
para contar a versão de sua história e a esperança de reencontrar o seu grande amor. 

Em “Cabocla Tereza” a famosa história dessa canção popular ganha a voz da própria Tereza que, embora já morta volta para 
esclarecer o seu trágico fim, ao abandonar o marido e seu matador, agora transformado em penitente. 

A canção “Rio Pequeno” apresenta S’a Maria que, apaixonada pelo caboclo Cipriano, abandona seu pai e foge com ele para o 
Mato Grosso. No caminho, observa a violência do amado com seu cavalo e decide voltar, mas Cipriano a reconquista não pela 
força, mas por deixar escapar sua fragilidade. 

Produzido pela Cia Teatro da Cidade, de São José dos Campos, em comemoração aos seus 20 anos de existência, o espetáculo 
conta ainda com o trabalho do premiado Leopoldo Pacheco, que é quem assina, juntamente com a artista plástica Ana Maria 
Bomfin Pitiu, os figurinos e cenografia, do músico e compositor Beto Quadros, para a direção musical e de Claudio Mendel, 
na iluminação e codireção. A montagem conquistou o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro (CPT) 2010 de Melhor Espetáculo 
do Interior de São Paulo.  
	




Serviço:
Um Dia Ouvi a Lua, de Luís Alberto de Abreu
Gênero: Comédia dramática
Direção: Eduardo Moreira
Elenco: Adriana Barja, Ana Cristina Freitas, Andréia Barros, Izildinha Costa, Vander Palma e Wallace Puosso
Temporada: de 10/06 a 14/08 (sextas e sábados, 21h, domingos, 20h)
Local: Teatro Coletivo - rua da Consolação, 1623 - Sala I - 134 lugares
Telefone: 3255-5922
Ingressos: R$ 40,00 e R$ 20,00 (estudantes e terceira idade)
Recomendação etária: 12 anos
Duração: 70 minutos
Estacionamento conveniado - rua da Consolação, 1681 (R$ 10,00).
A bilheteria abre uma hora antes do horário do espetáculo.
Site do grupo: www.ciateatrodacidade.com.br

Informações para imprensa:
Diego Dionísio (11) 92056602 ou 96888412
Andréia Barros (12) 3921-5367 ou 7814-9934




TT








TT








TT







Cenas do espetáculo teatral "Um Dia Ouvi a Lua".



Clique no iniciar do player para ouvir as modas que inspiraram o espetáculo teatral.
Aguarde o carregamento....

ADEUS, MORENA, ADEUS







Clique no iniciar do player!
Aguarde o carregamento....

CABOCLA TEREZA






Clique no iniciar do player!
Aguarde o carregamento....

RIO PEQUENO